relatório anual 2017

Incorporar princípios de governança ambiental, social e corporativa é prioritário em todos os nossos negócios. Acreditamos que geração de valor e desenvolvimento sustentável são objetivos complementares e que agir de forma responsável com nossos stakeholders é fundamental para operar negócios mais produtivos e lucrativos no longo prazo. Visando equilibrar nossos objetivos econômicos com a boa cidadania corporativa, nos pautamos pelo seguinte conjunto de princípios e práticas associadas:

ASSEGURAR O BEM-ESTAR E A SEGURANÇA DE NOSSOS FUNCIONÁRIOS:

Bem-estar dos funcionários

Atender ou exceder todas as leis e padrões trabalhistas aplicáveis, incluindo o respeito aos direitos humanos, a oferta de salários competitivos e a implementação de práticas de contratação não discriminatórias e totalmente inclusivas.

Saúde e Segurança

Manter meta de zero incidentes sérios de segurança em todos os nossos negócios, trabalhando para implementar princípios consistentes de saúde e segurança em todas as operações.

SERVIR ÀS COMUNIDADES NAS QUAIS OPERAMOS:

Engajamento com a comunidade

Engajar grupos comunitários que podem ser afetados por nossas ações para garantir que seus interesses, segurança e bem-estar sejam adequadamente respeitados e integrados em nossos processos de tomada de decisão.

Filantropia

Capacitar e incentivar nossos funcionários a participar de atividades comunitárias e usar nossos recursos para promover o desenvolvimento das comunidades em que operamos.

MITIGAR O IMPACTO DE NOSSAS OPERAÇÕES NO MEIO AMBIENTE:

Gestão ambiental

Minimizar ao máximo o impacto ambiental de nossas operações e melhorar o uso eficiente de nossos recursos.

CONDUZIR OS NEGÓCIOS DE ACORDO COM OS MAIS ALTOS PADRÕES ÉTICOS E LEGAIS / REGULATÓRIOS

Governança, ética e justiça

Operar com os altos padrões éticos definidos em nosso Código de Negócios e Ética, conduzindo atividades em conformidade com os requisitos legais e regulamentares aplicáveis.

Transparência

Estar acessível aos nossos stakeholders, respondendo às solicitações de informações de forma clara e objetiva.

Mico-leão-Preto, espécie preservada em projeto da Brookfield com o IPE em São Paulo.

NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS NO BRASIL

 

Temos uma presença e uma responsabilidade grande no Brasil, onde operamos desde nossa fundação, há 119 anos. Nossas operações empregam mais de 20 mil funcionários e estão presentes em 19 estados brasileiros, abrangendo centenas de municípios. Cientes dos impactos e da importância dessas operações, a Brookfield e suas investidas atuam com responsabilidade social e ambiental apoiando diversos projetos e programas como forma de contribuir com as diversas comunidades nas quais está inserida. Também encorajamos e damos suporte a diversas entidades e iniciativas nas esferas educacional, cultural, da saúde e de meio ambiente. Conheça nesta e nas páginas a seguir algumas das iniciativas desenvolvidas pela Brookfield e por suas empresas.

Meio Ambiente

 

A preocupação com a conservação ambiental está presente em todas as nossas áreas de negócio. Em nossas operações de agropecuária e florestas, mantemos aproximadamente 250 mil hectares de áreas protegidas (reservas legais e áreas de proteção permanente) espalhadas por 12 estados brasileiros. Por meio da Tegra Incorporadora, desenvolvemos projetos e programas que contribuem para a preservação da Reserva Biológica Tamboré, que com 3,7 milhões de metros quadrados é uma das maiores áreas de conservação ambiental em perímetro urbano no Brasil.

Na área de agropecuária, mantemos o Projeto Mico-Leão-Preto desenvolvido em parceria com o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE), na Fazenda Mosquito, no município de Narandiba (SP). Na Reserva de Mata Atlântica situada no Pontal do Paranapanema, o projeto prevê a recuperação dos corredores de biodiversidade com o objetivo de interligar os fragmentos habitados pela população de primatas. Mantemos, também, dois projetos de preservação de patrimônio natural. O primeiro, também em Narandiba, no estado de São Paulo, com a preservação da maior reserva contínua de Mata Atlântica no Pontal do Paranapanema, com 1.270 ha. Já na Fazenda Pirapitinga, em Minas Gerais, é preservada a maior área de cerrado nativo da região, o Cerrado do Bugre, com área total de 3 mil ha. São parceiros nos projetos a Confederação Brasileira de Proprietários de Reservas Particulares de Patrimônio Natural, o Instituto de Pesquisas Ecológicas da Universidade do Oeste Paulista (IPE), a FAPESP e as Universidades Federais de Viçosa e de Lavras.

Por meio da BPRA, mantemos desde 2005 um amplo programa de recuperação de florestas de mata nativa em áreas degradadas por atividades de mineração, na Floresta Nacional do Jamari, no estado de Rondônia. As áreas recuperadas são mantidas fechadas e protegidas. Nelas, já foram catalogadas aproximadamente 230 espécies de aves, 115 de répteis e anfíbios, 240 espécies de peixes e 30 de mamíferos de médio e grande porte, dentre os quais onças pintadas, onças pardas, tamanduás bandeira, jaguatiricas, porco-do-mato e diversos primatas.

A preservação da flora e da fauna, a correta destinação de resíduos e a racionalização no consumo de recursos naturais estão presentes em diversas iniciativas da Arteris, nossa concessionária de rodovias. Em relação à proteção da fauna, as iniciativas contemplam a instalação de cercas e telas direcionadoras, além de mais de 300 corredores de passagem de animais silvestres, para que os mesmos possam se locomover com segurança, sem risco a suas vidas e a dos motoristas.

A companhia já plantou mais de 1,7 milhão de árvores como compensação, dando prioridade para áreas consideradas mais vulneráveis ou prioritárias, como margens de rios, entorno de nascentes, topos de morro e corredores ecológicos, que permitem a circulação de animais, por exemplo. Além disso, todos os resíduos coletados ao longo da faixa de domínio das concessionárias, nas praças de atendimento das rodovias e nas unidades administrativas são coletados e têm uma destinação adequada. Para os materiais recicláveis, a companhia dá prioridade à reciclagem por meio de parcerias com cooperativas de catadores e empresas que utilizam os materiais como matéria-prima em suas cadeias produtivas. Os resíduos contaminantes, como pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes são destinados às empresas especializadas no tratamento destes materiais.

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NTS apoia retomada de atividades da mais tradicional orquestra brasileira

Desde 2000 a Brookfield é uma das patrocinadoras da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). Fundada em 1940, a OSB é a mais tradicional orquestra do País, com a missão de disseminar repertórios, formar novas audiências e desenvolver talentos. Em agosto de 2017, a empresa de transporte de gás adquirida pela Brookfield, passou a ser mantenedora da OSB desenvolvendo o projeto Conexões Musicais, com o objetivo de levar formação musical às regiões nas quais a NTS atua. A cidade escolhida para a estreia do projeto foi Japeri, na região da Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, onde 15 músicos locais foram selecionados para receber aulas com os músicos da OSB e professores de escolas públicas foram capacitados para disseminar educação musical aos seus alunos. Os músicos locais selecionados tiveram a oportunidade de participarem do concerto apresentado pela OSB à população de Japeri. Ao longo de três anos, outras 30 cidades receberão a iniciativa.

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Identificando e apoiando jovens talentos em comunidades do RJ

Outra iniciativa que a Brookfield tem orgulho em apoiar, numa parceria que completou 10 anos em 2017, é o Programa Estrela Dalva, que oferece assistência educacional para crianças superdotadas oriundas de comunidades de baixa renda na cidade do Rio de Janeiro. Após um criterioso processo de análise e seleção, o programa consiste em dar suporte e preparar essas crianças para participar de exames de admissão em escolas de excelência no Rio, por meio de diversas atividades que estimulam o conhecimento geral e as capacidades criativas e cognitivas desses estudantes, bem como o pensamento ético. Nestes 10 anos de parceria, o Programa Estrela Dalva já avaliou cerca de 30 mil estudantes do 3º ano do ensino fundamental de escolas municipais, dos quais aproximadamente 320 foram selecionados e 250 prestaram concurso para escolas de excelência, sendo que quase 240 foram aprovados para a escola de sua escolha. Somente em 2017, foram testados cerca de 3 mil estudantes de 54 escolas municipais do Rio de Janeiro, sendo que todos os 36 alunos selecionados para o projeto foram aprovados nos testes para escolas públicas de excelência (UERJ e Colégio Pedro II).

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Segurança viária e educação para o trânsito

Segurança e educação para o trânsito estão entre as prioridades da Arteris e englobam uma série de iniciativas da companhia. Com esse objetivo, a companhia aderiu à Década de Ação pelo Trânsito Seguro 2011-2020, iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para prevenção de acidentes de trânsito – a terceira causa de mortes na faixa dos 30 aos 44 anos no mundo, sendo o Brasil o quinto entre os países com mais mortes no trânsito.

A partir disso, a companhia assumiu a meta de reduzir à metade as fatalidades em suas concessões, considerando os períodos de 2010 a 2020. Com os investimentos nas concessões e diversas iniciativas de educação e conscientização empreendidas, a Arteris registrou entre 2010 e 2017 reduções médias de 12% no número de acidentes e de 36% nas fatalidades em suas dez concessões, sendo que em três delas a meta de redução de 50% no índice de fatalidades já foi superado: na Autopista Fluminense e Autopista Planalto Sul, com queda de 60%, e na Autopista Régis Bittencourt, com índice de 57% de queda.

A companhia mantém um Grupo Estratégico de Redução de Acidentes (Gerar), cujo objetivo é que a segurança esteja no foco da gestão cotidiana e que a responsabilidade sob o tema seja compartilhada por todos internamente, além de iniciativas envolvendo a comunidade em geral.

Na área de educação, a principal iniciativa da Arteris é o Projeto Escola, mantido há 16 anos em parceria com Secretarias Municipais de Educação e Diretorias de Ensino. A iniciativa consiste em capacitar educadores a fim de que desenvolvam, com os alunos, atividades voltadas à identificação de problemas no trânsito, reflexão de alternativas e prática de uma solução. Atualmente, o Projeto Escola abrange todas as dez concessionárias da Arteris e está presente em 590 instituições de ensino de 138 municípios, que englobam um universo de mais de 16 mil professores e cerca de 290 mil estudantes.

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Projeto une geração de energia e agricultura familiar no Rio Grande do Norte

Estimular o desenvolvimento local e servir às comunidades nas quais estamos inseridos são duas premissas da Brookfield que nossa área de energia renovável colocou em prática no Rio Grande do Norte, estado em que operamos parques de geração de energia eólica. O projeto “Agricultura Familiar: tecnologia, capacitação e empreendedorismo no semiárido do Rio Grande do Norte” é patrocinado pela Brookfield Energia Renovável (BER), por meio do subcrédito social do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), beneficiando cerca de 300 famílias rurais dos municípios de João Câmara e Parazinho, com oficinas de planejamento, realização de cursos de Formação Profissional Rural (FPR), Promoção Social (PS) e serviços de assistência técnica. Em um ano do projeto foi registrado um incremento de cerca de 30% na renda de algumas famílias participantes e a transformação de áreas coletivas em quintais produtivos em todas as comunidades.

A iniciativa da BER no Rio Grande do Norte não é única. Em 2011, quando começou a operar a usina Barra do Braúna, uma de suas maiores plantas de geração hidrelétrica, localizada em Minas Gerais, a BER se uniu aos órgãos estaduais de regulação ambiental para desenvolver um plano de estímulo à economia da região do entorno. Nos últimos cinco anos foram desenvolvidas iniciativas como a implantação de um centro de classificação, reciclagem e compostagem no município de Recreio, construção de centros comunitários voltados a programas sociais, culturais e de treinamento técnico em Laranjal e Dois Lajeados, etc.

A BER opera no Brasil 65 usinas hidrelétricas, eólicas e de cogeração de biomassa, por meio das quais gera energia limpa e renovável, livre de emissões de carbono e com baixíssimo impacto ambiental.

Equipe do projeto com agricultores da região, Rio Grande do Norte.

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Projeto gera receita de R$ 2 milhões a trabalhadores rurais com plantio de abacaxi

Beneficiar a comunidade do entorno também faz parte das prioridades da nossa área de agropecuária, cujas operações estão presentes em 12 estados brasileiros. O Projeto Abacaxi é um dos exemplos. Ele beneficia 128 famílias através da cessão de terras por arrendamento subsidiado. Estas famílias de trabalhadores rurais se tornaram empresários fruticultores, injetando na economia local, anualmente, cerca de R$ 2 milhões procedentes da produção dos frutos. Por ocasião da abertura de novas etapas do projeto, R$ 1 milhão adicional é financiado pelo PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) aos pequenos agricultores. São diretamente beneficiadas pelo programa 384 pessoas, sendo que indiretamente o projeto envolve em torno de 1,5 mil pessoas. O projeto ocupa uma área de 256 ha na fazenda Pirapitinga, no município de Canápolis, em Minas Gerais.

Na área de saúde, mantemos o projeto Saúde no Campo, que beneficia cerca de 600 pessoas, envolvendo trabalhadores e familiares em onze fazendas. O objetivo é orientar e conscientizar as pessoas através de atividades educativas relacionadas à hipertensão, sedentarismo, higienização bucal, dosagem de glicemia, atividades de socialização, alimentação balanceada, riscos do álcool e do fumo, entre outros. Na unidade de Rancharia, no interior de São Paulo, mantemos um centro de equoterapia que auxilia no tratamento de crianças portadoras de deficiências físicas específicas. Reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, a equoterapia usa o cavalo para trabalhar a saúde e o desenvolvimento físico da criança. São parceiros a Prefeitura de Rancharia e a APAE.

Participantes do Projeto Abacaxi, em Canápolis, Minas Gerais.

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VLI investe em programas de saúde e educação em Santos

A VLI, empresa de logística integrada da qual a Brookfield é acionista, firmou em 2017 um convênio com a Prefeitura de Santos por meio do qual investirá R$ 6 milhões nas áreas de saúde e educação no município. O investimento faz parte do compromisso da VLI em contribuir com o desenvolvimento econômico e social das regiões em que está inserida. As operações da empresa estão presentes em mais de 300 municípios brasileiros, em diversos dos quais ela apoia projetos visando a melhoria da qualidade de vida da população.

Na pasta da saúde, os investimentos em Santos serão divididos em três frentes: a primeira, na qualificação e modernização de oito das 18 Unidades Básicas de Saúde do munícipio, que receberão móveis, computadores e equipamentos médico-hospitalares novos, além de aprimoramento dos serviços de atendimento e desenvolvimento de novas campanhas. Mais de 120 mil pessoas serão beneficiadas com as melhorias. A segunda frente prevê a compra de uma van equipada como um consultório volante oftalmológico, com a expectativa de realizar cerca de 900 consultas oftalmológicas por mês. A terceira frente é na ampliação do Escola das Mães, projeto que faz parte do programa Mãe Santista, já realizado pela Prefeitura de Santos e que promove um conjunto de atividades educativas que complementam as consultas médicas e preparam mulheres e sua rede de apoio (parceiro, amigos e familiares) para a maternidade. Desde sua implantação, em 2013, o Mãe Santista já atendeu mais de 13 mil gestantes, com acompanhamento desde o pré-natal até o segundo ano de vida das crianças. A parceria com a VLI permitirá atender outras 2,5 mil gestantes no projeto. Como resultado desse trabalho, a Prefeitura de Santos atingiu em 2017 o menor índice de mortalidade infantil de sua história: nove óbitos para cada mil nascidos vivos, abaixo da meta recomendada pela Organização Mundial da Saúde (10/1.000). Antes do início do programa, esse índice era de quase 14 óbitos por mil nascidos e, em 1990, chegava a 34/1.000.

Na área da educação, dois projetos serão favorecidos pela verba proveniente do convênio entre VLI e Prefeitura. O programa Escolas que Inovam é um deles e prevê a criação de núcleos tecnológicos e qualificação de nove bibliotecas escolares, visando oferecer melhores espaços de aprendizagem na rede pública municipal de Santos, beneficiando mais de 8 mil alunos. Também será construído e montado um núcleo de educação para paz dentro da Secretaria de Educação de Santos, que faz parte do plano de implantação da justiça restaurativa e servirá para a resolução de conflitos desencadeados nas escolas da cidade, além de discutir temas sensíveis, propor soluções e capacitar profissionais para lidar com situações que envolvam violência. Serão mais de 7,6 mil alunos e professores beneficiados pelo projeto.

Gestantes atendidas pelo programa Mãe Santista, em Santos, São Paulo.

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Cachoeiro do Itapemirim é destaque em serviços de saneamento básico

A excelência dos serviços de saneamento básico em Cachoeiro de Itapemirim (ES) foi reconhecida por uma das entidades mais importantes do setor no País, o Instituto Trata Brasil. O município foi escolhido como um dos casos de sucesso apresentados no seminário “Exemplos em Saneamento Básico – Municípios provam ser possível universalizar serviços e reduzir perdas de água”, realizado em outubro de 2017, em São Paulo, quando a BRK Ambiental recebeu um troféu em premiação ao trabalho desenvolvido.

Atualmente, 98,06% do esgoto de Cachoeiro de Itapemirim é coletado, e deste total 98,15% é tratado, o que corresponde a cerca de 21 milhões de litros de esgoto tratados diariamente, evitando a poluição do Rio Itapemirim e de córregos da região. No Brasil, mais de 100 milhões de pessoas ainda não contam com esse serviço. Com quase 212 mil habitantes, Cachoeiro está no seleto grupo de cidades brasileiras que já conseguiram enfrentar e resolver o problema.

A concessão dos serviços de saneamento do município ocorreu em 1998, quando menos de 5% de suas residências eram atendidas com tratamento de esgoto. Desde então, a BRK Ambiental investiu mais de R$ 210 milhões no município. Entre as principais obras realizadas estão a construção de dez Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e mais de 60 quilômetros de redes coletoras.

Além do avanço dos serviços de esgoto, Cachoeiro é exemplo de combate ao desperdício de água. O índice de perdas em Cachoeiro de Itapemirim quando a BRK Ambiental assumiu os serviços, em 1998, era de 56%. Depois de uma série de investimentos, o município alcançou a marca de 13% de perdas, estando entre os melhores índices do Brasil.

O município é também exemplo quando o assunto é consumo consciente. Antes da concessão dos serviços, cada cachoeirense consumia, em média, 173 litros de água por dia. Desde então, a BRK Ambiental vem promovendo uma série de ações e campanhas educativas que contribuíram para uma redução considerável no consumo per capita de água. Hoje, cada morador usa cerca de 118 litros, índice que está entre os mais baixos do Espírito Santo.

As ações realizadas pela BRK em todas as regiões em que está presente permitiram evitar, somente em 2017, a perda de 24 milhões de m3 de água, volume necessário para abastecer uma cidade de 444 mil habitantes por um ano.

Estação de tratamento de esgoto em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo.

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